Outono tem muito a ver com nossa alma . . .

 





Visão geral criada por IA

A frase "Repara que o outono é mais estação da alma do que da natureza" é uma famosa reflexão de Carlos Drummond de Andrade, presente na obra Fala, Amendoeira (1957). Ela sugere que o outono evoca recolhimento, amadurecimento interior e nostalgia, indo além da simples mudança climática.

Significados da frase segundo o contexto de Drummond e a cultura:

Outonizar-se com dignidade : Drummond sugere viver esse tempo com paciência e suavidade, aceitando a maturidade, similar à forma como a natureza deixa cair as folhas.

Recolhimento e reflexão : Diferente da expansão do verão, o outono é uma época de transição que convida a olhar para dentro.

Tempo de colheita da alma : As folhas que caem e os frutos amadurecidos simbolizam o fechamento de ciclos e a valorização do que foi vivido, pintando o tempo com memórias.

Outonos da alma : A expressão também é associada à aceitação da finitude e à beleza da solitude.

É uma metáfora sobre viver com calma, aceitar ritmos suaves e encontrar graça nas transições da vida.


EUA e Trump : perdieron la ternura. Por Kakay


Donald Trump, presidente dos EUA. Foto: Kevin Lamarque/Reuters


É desalentador o que ocorre no mundo inteiro com as decisões criminosas dos EUA, especialmente do estranho e decrépito presidente Trump. O povo norte-americano sempre foi, em regra, voltado só a si mesmo, além de desinformado e tosco. Mas existia certa regra internacional que delimitava ou, às vezes, demarcava os abusos intervencionistas e megalomaníacos do poder de Washington.

Ainda que tenhamos presenciado, ao longo dos últimos tempos, muitas invasões a outros países, os EUA tentavam, de alguma maneira, anunciar as ações temerárias como parte de uma estratégia para manter a paz. Agora, despiram as máscaras. É a guerra de dominação. O fim do direito internacional. A força pela força e pelo objetivo econômico. Não existem mais desculpas a serem dadas. É a barbárie institucionalizada.

Quando o Brasil enfrentou os golpistas do 8 de Janeiro e os submeteu a um julgamento público pelo Supremo Tribunal, com a condenação e a prisão dos líderes, inclusive do ex-presidente Bolsonaro, o país deu uma demonstração ao mundo de civilidade e maturidade institucional.

Enquanto isso, nos EUA, os norte-americanos elegiam o chefe do golpe do Capitólio. Era o sinal do vale-tudo institucionalizado. Não apenas a submissão dos poderes constituídos ao jugo do presidente Trump, mas também uma carta branca para os delírios golpistas muito além das fronteiras do país. A corrida armamentista e colonizadora não encontra limites.

Até mesmo criar um conselho, sob o completo controle norte-americano, para substituir e desmoralizar a ONU, foi efetivado. Em um misto de megalomania, demência, prepotência e arrogância, e para fugir de um impeachment decorrente do caso Epstein envolvendo pedofilia, o presidente Trump se intitulou imperador do mundo.

Jeffrey Epstein. Foto: Reprodução

As invasões armadas, as mortes generalizadas de civis, de mulheres e de crianças e o controle dos mares, tudo descamba para uma desordem geral. Vez ou outra, os EUA erram a mão e encontram alguma resistência, mas nada que não signifique, ao fim e ao cabo, um massacre do país invadido, com a morte de milhares de inocentes. As declarações de Trump são cada vez mais delirantes e desencontradas. Como não tem interlocutor, ele fala o que quer. Parece que o mundo capitulou e a barbárie é a regra.

A última manifestação de Trump, dizendo, em tom de galhofa –mas é sério–, que vai ter “a honra de tomar Cuba” e que fará lá “o que quiser”, é estarrecedora. Durante décadas, submeteram Cuba e os cubanos a um isolamento criminoso e cruel. Desumano. Um embargo assassino. Mataram um povo de fome e estrangularam um país. Agora, depois de constatarem que o país está em frangalhos, desdenham do povo cubano e dizem que é fácil dominá-lo, pois ele está “fraquinho”. É a constatação inequívoca da força pela força, do desprezo ao direito internacional e do fim de qualquer réstia de humanidade.

Farão de Cuba uma praia de luxo para os ricos norte-americanos. Um resort parecido com a ideia que projetaram para Gaza. Em Cuba, o ataque poderá ser por terra, frustrados por não poderem invadir o Irã por terra, por causa das condições do país. Vão vingar a derrota na Baía dos Porcos de 1961, quando um grupo paramilitar treinado pela CIA, com apoio das Forças Armadas dos EUA, fracassou ao tentar derrubar Fidel Castro. Cuba sempre habitou o imaginário popular de muitas gerações, inclusive da minha juventude, como exemplo de um povo altivo, resistente e íntegro.

Quando os EUA estiverem liquidando os cubanos, já esgotados pelo embargo assassino, é importante observar a reação das pessoas. Com essa invasão, morrerá um pouco do que há de humano em cada um de nós. Em cada um que ainda resiste e acredita que é possível vencer a barbárie desenfreada. Talvez só nos reste sofrer com os cubanos e esperar que os excessos desse imperador do mundo despertem o sentimento da necessidade de resistência. É o que nos resta diante do império da força.

Lembrando-nos de Fidel Castro: “As bombas podem matar os famintos, os doentes e os ignorantes, mas não podem matar a fome, as doenças e a ignorância.”


Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido pela alcunha de Kakay, é um dos maiores advogados criminalistas brasileiros. É também poeta e escritor.

Pobre menino rico

 











Quem grita mais não ama melhor





Vivemos um tempo em que o amor perdeu o tom de voz.

Quanto mais alto se grita, mais se acredita estar certo.

Quanto mais se ataca, mais se confunde isso com coragem.

Quanto mais se odeia, mais seguidores se conquista.

Mas gritar nunca foi sinônimo de amar.

O amor não precisa de volume.

Precisa de presença.

Precisa de constância.

Precisa de gestos que não cabem em slogans.

Jesus nunca gritou para convencer. Nunca humilhou para vencer debates. Nunca transformou o outro em inimigo para afirmar sua verdade. Seu modo de amar era desarmado - e exatamente por isso tão ameaçador. Ele não disputava plateias; tocava consciências.

Francisco de Assis seguiu esse mesmo caminho. Em vez de confrontar o mundo com discursos inflamados, escolheu desarmá-lo com mansidão. Não gritou contra a riqueza - viveu a simplicidade. Não atacou o poder - caminhou com os pobres. Não acusou a criação - fez-se irmão dela.

Hoje, porém, o amor parece insuficiente se não vier acompanhado de indignação visível. Amar em silêncio é visto como fraqueza. Amar sem atacar é confundido com conivência. Amar sem polarizar parece, para muitos, falta de posicionamento.

Mas observe a natureza.

Nenhuma forma de vida se sustenta pelo grito.

O cuidado acontece no detalhe.

A vida cresce no silêncio.

A restauração se dá no tempo.

Os animais não precisam provar que pertencem. Não disputam quem está certo. Não constroem narrativas para justificar sua existência. Eles vivem - e, ao viver, equilibram o todo.

Talvez o maior sinal de que nos afastamos do essencial seja esse: precisamos gritar para nos sentirmos vivos.

A espiritualidade franciscana nos propõe outro caminho. Um caminho em que o amor não é reação impulsiva, mas decisão cotidiana. Em que a mansidão não é omissão, mas maturidade espiritual. Em que o silêncio não esconde a verdade, mas a protege do desgaste.

Amar dá trabalho.

Odiar rende aplausos rápidos.

Amar exige escuta.

Odiar dispensa compreensão.

Amar constrói lentamente.

Odiar destrói em segundos.

Por isso, quem ama de verdade quase nunca viraliza.

Mas sustenta lares.

Sustenta vínculos.

Sustenta comunidades feridas.

Sustenta a esperança quando tudo parece perdido.

Jesus sabia: o amor não seria popular. Francisco também sabia: a mansidão seria ridicularizada. Ainda assim, ambos escolheram amar até o fim - não porque fosse fácil, mas porque era fiel à vida.

Num mundo que confunde barulho com verdade, amar em silêncio é um ato de resistência. Não uma resistência agressiva, mas firme. Uma resistência que não precisa vencer o outro, porque já venceu o próprio ego.

Quem grita mais não ama melhor.

Ama menos.

Ama com medo.

Ama para si.

O amor verdadeiro não precisa se impor.

Ele permanece.

E você? Onde o amor pede menos grito e mais presença na sua vida hoje?


Um Sonhador, Caminhando com Francisco - Paulo Roberto Savaris - Autor dos eBooks Série, Descubra Caminhando com Francisco e O Eremita Digital - Silêncio no Caos Moderno. Reflexões sobre espiritualidade, fé, natureza e simplicidade.








Fenômeno Staycation : por que os paulistanos estão fazendo check-in na própria cidade?




Um novo hábito tem ganhado espaço entre os moradores de São Paulo, que estão descobrindo nas staycations uma forma inovadora de aproveitar o tempo livre sem precisar deixar a metrópole. Essa tendência, que consiste em tirar pequenas férias dentro da própria região, redefine a maneira de buscar descanso e diversão, trazendo hotéis próximos como verdadeiros oásis urbanos.

Essa prática permite que muitos encontrem relaxamento e vivências únicas a poucos passos de casa, a exemplo de um hotel em Pinheiros completo, valorizando a estrutura turística da própria cidade. Além de impulsionar os negócios locais, as staycations oferecem a chance de enxergar São Paulo sob uma nova perspectiva, misturando comodidade e bem-estar na redescoberta de cantos muitas vezes ignorados.

Explore o conceito de staycation e sua ascensão

Staycation é o termo usado para definir períodos de lazer ou pequenas folgas vivenciadas sem grandes deslocamentos, aproveitando o que a própria localidade tem a oferecer. Em São Paulo, essa ideia ganhou força especialmente após a pandemia, quando as pessoas passaram a priorizar alternativas para descansar sem enfrentar longas jornadas ou altos investimentos.

Reservar um final de semana em hotéis de bairros afastados ou no coração da cidade tornou-se uma prática comum, já que evita os gastos elevados de viagens distantes. Essa escolha também elimina o cansaço de organizar deslocamentos complicados, proporcionando um escape rápido e eficaz para quem busca renovar as energias.

Entenda por que os paulistanos estão escolhendo hotéis locais

A busca por facilidade e a necessidade de quebrar a monotonia do dia a dia têm levado os moradores da capital paulista a optar por hospedagens próximas de suas residências. A vida acelerada da maior metrópole do país cria uma demanda por intervalos curtos, transformando hotéis em pontos de refúgio para escapar da rotina.

A curta distância de casa possibilita estadias de poucos dias ou até mesmo passes diários, com acesso a comodidades como áreas de lazer, tratamentos relaxantes e gastronomia de alto nível. Essa preferência pode ser incentivada por descontos e pacotes especiais voltados para o público da região, despertando o interesse em redescobrir a própria cidade.

Conheça os benefícios do staycation para o corpo e a mente

Tirar um tempo para si pode trazer impactos significativos no equilíbrio físico e emocional, ajudando a aliviar tensões acumuladas no cotidiano. Hotéis projetados para proporcionar tranquilidade, com espaços dedicados ao descanso e ao lazer, são ideais para quem busca uma desconexão momentânea da rotina.

Combinar essas pausas com hábitos de cuidado pessoal, como uma sessão de relaxamento ou um período sem dispositivos eletrônicos, potencializa os efeitos positivos. Esses instantes de respiro ajudam a recuperar a disposição, trazendo harmonia para lidar com os desafios de uma cidade intensa como São Paulo.

Descubra como os hotéis se adaptaram para o público local

Muitos estabelecimentos paulistanos têm ajustado suas ofertas para atender a esse perfil de visitante, criando experiências sob medida que simulam uma viagem completa sem sair da cidade. Redes hoteleiras, a exemplo da Let’s Atlantica, investem em diferenciais que conquistam quem procura algo além de uma simples estadia, focando em serviços personalizados.

Assim, é comum encontrar opções como cafés da manhã temáticos, atividades de relaxamento ou eventos culturais organizados dentro do próprio local. Essas iniciativas não apenas aumentam a lotação em épocas menos movimentadas, mas também criam laços mais fortes entre os hotéis e a comunidade ao redor, reforçando sua relevância.

Saiba como escolher o hotel ideal para sua staycation

Encontrar o local perfeito para esse tipo de experiência exige atenção a detalhes como localização, comodidades e o estilo de hospedagem desejado. É importante buscar avaliações de outros hóspedes e priorizar ofertas para residentes da área, incluindo vantagens como horários estendidos para saída.

Regiões como Pinheiros, Vila Madalena ou Jardins, por exemplo, oferecem atmosfera acolhedora e acesso fácil, enquanto pontos centrais podem surpreender com vistas marcantes. Escolher com cuidado garante que um simples intervalo se transforme em um momento inesquecível, como uma verdadeira escapada.

Inspire-se com ideias para ter férias únicas sem sair da cidade

Há diversas formas de tornar esse período especial, como planejar atividades que combinem com a estadia, explorando pontos turísticos próximos ou traçando uma rota gastronômica pela cidade. Um jantar no restaurante do hotel ou a participação em eventos organizados no local também podem enriquecer a vivência.

Personalizar o tempo com pequenos gestos, como levar algo que traga conforto ou reservar um momento para autocuidado, pode fazer toda a diferença para tornar a estadia ainda mais intimista. Assim, as staycations são uma oportunidade de perceber que São Paulo, apesar de seu ritmo frenético, esconde lugares de serenidade e encanto que valem a pena ser apreciados.





@englishonlinewithnice TEACHER, MEU COLEGA DE TRABALHO DOS EUA SAIU DE FÉRIAS E USOU O TERMO STAYCATION E NÃO VACATION.
QUAL É A DIFERENÇA ENTRE OS DOIS? 🛫VACATION = é um termo usado exclusivamente pelos americanos para se referir a um período de folga onde geralmente as pessoas viajam para outros lugares. Note que sempre envolve uma viagem para outros países ou regiões do país. Os britânicos usam o termo HOLIDAY. ‌ 🏖️STAYCATION: é um termo usado para quando a pessoa não viaja para outros países ou outras regiões do país, ou seja, você tira férias dentro da sua própria cidade/região. Seria tipo 'férias em casa' pra fazer turismo nas suas redondezas. STAY = Ficar + VACATION = Férias O termo nasceu nos Estados Unidos, durante a crise financeira de 2008, mas o conceito ganhou fama também na Europa e está se popularizando por aqui também. Com a pandemia também esse tipo de férias caiu no gosto das pessoas por ser mais seguro, mais rápido e até mais barato. ‌ I LOVE TO TAKE STAYCATIONS. HOW ABOUT YOU? Me responda aí nos comentários. . . . . #englishonlinewithnice #dicasdeinglês #inglesonlinegratis #inglêsparabrasileiros #brasileirospelomundo🌎 #brasileirosnoseua #brasileirosnocanada #brasileirosnacalifornia #brasileirosnaflorida #brasileirosemny #brasileirosemboston #brasileirosemla #brasileirosemportugal🇧🇷🇵🇹 #brasileirosemdublin #inglesparaprofissionais #inglesdenegocios #businessenglish #inglesparatrabalho #inglesparaempresas #inglesparaempreendedores #inglesprofissionalizante #inglesparaviagem #inglesparaviagens #inglesparaviajar #inglêsparaviagem #travelenglish #inglesdegraca #inglesnotik #inglesnotikt #inglesnotikto #inglesnotiktok #inglesnotiktok😅😅 #inglesnotiktok😅😅🙂🙂🙂 #foryourpage #foryou ♬ som original - Eunice Brandão Oliveira

Dia Mundial da Oração

 









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